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(POL) O que é o liberal totalitarismo – I

O que é o liberal totalitarismo – I

Discute-se neste artigo as características e perigos dos regimes totalitários, enfatizando seu autoritarismo e desconsideração pelas leis. Argumenta-se que os atuais discursos “emancipatórios” e instituições democráticas podem não ser suficientes para evitar o surgimento de um novo totalitarismo.

(POL) Kant vs. Faramir, ou Razão Prática vs. Moral Tradicional

Kant vs. Faramir, ou Razão Prática vs. Moral Tradicional

Neste artigo, discutimos a diferença entre a ética kantiana e a ética tradicional, explorando os personagens de Boromir e Faramir em O Senhor dos Anéis. Enquanto Kant enfatiza o dever e a luta interna, Faramir personifica a virtude natural e ação correta. Através dessa análise, destacamos a importância da prudência e do autodomínio na moralidade.

(POL) O retorno da filosofia política, final

O retorno da filosofia política, final

Neste artigo, Pierre Manent discute a tentação totalitária e a natureza da democracia. Ele explora a transição das sociedades pré-democráticas para as democráticas, destacando o papel da vontade do povo e a relação entre o corpo político e a alma da política. A filosofia política é apresentada como uma ferramenta para compreender essas questões complexas.

(POL) O retorno da filosofia política, parte 2

O retorno da filosofia política, parte 2

O artigo discute o retorno da filosofia política diante do nazismo e do comunismo, destacando a dificuldade de categorizá-los. Os filósofos tentaram compreendê-los, mas suas definições foram insatisfatórias, levando ao surgimento do conceito de totalitarismo. No entanto, o totalitarismo continua sendo um construto ad hoc e a discussão se concentra nos critérios que o caracterizam.

(POL) O retorno da filosofia política, parte 1

O retorno da filosofia política, parte 1

Compreenda o desaparecimento da filosofia política no século XX e a ascensão das ciências sociais. Pierre Manent destaca a influência de Max Weber e sua distinção entre fatos e valores, defendendo a necessidade de manter a ciência desprovida de sentido e evitar a conferência arbitrária de significado humano.